Resultados da busca no mês Jun, 2009



Olá, pessoal.

Hoje vamos brincar de Coelho na Toca.
É uma brincadeira bastante simples, mas que permite muitas e muitas variações.

Primeiro, vamos aprender o modo mais simples:

  • As crianças de dividem em grupos de 3, sendo que uma deve sobrar
  • As crianças, em trio, devem se agrupar assim: duas formam uma toca – ou uma casinha - dando as duas mãos e a terceira, que é o coelho, entra dentro da toca.
  • O conjunto será formado por vários coelhos em suas tocas e um coelho sozinho, que deverá andar e procurar um lugar para morar.
  • Quando o coelho solitário gritar: “Coelho na toca!”, todos os outros deverão sair e procurar outra nova toca.
  • O coelho solitário deve ficar atento e buscar uma toca também. Assim, no final da partida, um outro coelho irá sobrar e a brincadeira poderá recomeçar.
  • Depois de algumas rodadas, coelhos e tocas trocam de lugar, para que todos possam brincar.

Fácil, não?

Para iniciar a brincadeira, você pode inventar uma história bem bacana pra as crianças, como:

“Fui passear na floresta e vi muitos coelhinhos escondidos nas suas tocas. Menos um. Coitado, foi beber água no rio e quando voltou não conseguiu encontrar nenhum lugar para ficar. O coelhinho andou e andou, procurando uma toca vazia por todos lados. Mas todas estavam ocupadas! Então, ele teve uma idéia e disse assim, bem alto: Coelho na toca!”

No próximo post, iremos contar um pouco mais sobre outras variações desta brincadeira. Boa diversão!

img_amarelinhaA Folhinha, caderno infantil do jornal Folha de S.Paulo, está com inscrições abertas para o concurso Mapa do Brincar, que selecionará brincadeiras indicadas por crianças e adolescentes de até 12 anos. A idéia é descobrir como meninos e meninas de todo o país estão se divertindo e verificar como são iguais ou diferentes os jeitos de pular amarelinha ou de jogar bolinha de gude, por exemplo.

É importante destacar que, para participar do Mapa, não vale copiar as brincadeiras de livros, revistas ou sites, e nem contar com a ajuda de pais e responsáveis para escrever o texto. Somente as crianças que ainda não sabem escrever podem pedir ajuda para um responsável, que deve preservar a forma de contar da criança.

Os participantes devem ser muito criativos, descrevendo com detalhes a brincadeira. Quem quiser, poderá também enviar fotos, áudios, desenhos e vídeos. No texto, é preciso explicar como é a brincadeira: nome, regras, objetivo, materiais necessários, número de participantes, letra da canção se tiver, espaço onde brinca etc.

É possível escrever quantas brincadeiras quiser. Quem quiser participar, basta enviar a descrição da brincadeira por correio (Al. Barão de Limeira, 425, 4º andar, CEP 01202-900, São Paulo, SP), por e-mail mapadobrincar@uol.com.br ou pelo blog da Folhinha www.blogdafolhinha.folha.blog.uol.com.br. Lembrando que, para cada brincadeira, deve ser enviada uma ficha de inscrição, que está disponível no blog. http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/mapadobrincar-inscricao.shtml

Os participantes selecionados terão o nome e a brincadeira divulgados na edição de 3 de outubro da Folhinha. Os vencedores poderão ainda receber uma visita da equipe de repórteres da Folha de S.Paulo, que vai conhecer de perto como as crianças estão se divertindo.

As escolas, ONGs, orfanatos que mandarem trabalhos de 100 ou mais crianças ganharão um certificado de participação do Mapa do Brincar. Já a instituição com maior número de trabalhos inscritos será premiada com uma assinatura semestral da Folha.

As inscrições podem ser feitas até 3 de julho. O resultado será divulgado em outubro. Informações pelo telefone: (11) 3224-4412/3851.

No próximo dia 20 de junho, o grupo de contadores Roda de Histórias Indígenas em parceria com o Inbrapi - Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual, irá promover uma oficina gratuita sobre histórias indígenas.

Serão oferecidas 20 vagas. A atividade contará com um debate, roda de história, contextualização cultural e dinâmicas de sensibilização.

A iniciativa tem apoio do Programa Petrobras Cultural, na área de Educação para as Artes. Na oficina, serão entregues também kits para as escolas e bibliotecas, contendo CDs de áudio com narrativas de diferentes povos indígenas, trilha sonora original e livreto ilustrado com sugestões pedagógicas.

Os interessados devem solicitar a ficha de inscrição pelo e-mail: nyldarodriguez@uol.com.br. Informações pelo telefone: (11) 9251 9895.

A oficina será das 9h às 12, na ONG Papel Jornal (rua Roberto Selmi Dei, 187 - altura do nº 2.200, da Estrada do M´Boi Mirim – São Paulo). 

Participem!

Os jovens voluntários da EE Profª Cecília da Palma Valentim Sardinha produziram um vídeo sobre o projeto em sua escola.

Assista agora mesmo, clicando aqui.

menino-filmando-com-logo-copy1

Os jovens voluntários Bruno Batista e Ivanildo Brito de Oliveira, alunos da EE Adalberto Mecca Sampaio, participaram no Projeto Decolar em 2008 e, por gostarem muito de brincar com as crianças, decidiram continuar mais uma vez este ano no projeto. Os dois jovens participaram então de uma entrevista para o Blog Decolar para falar mais um sobre o Decolar e também sobre as suas participações. Veja só:

Bruno: Para mim, o projeto é muito interessante. Eu adoro crianças e brincar com elas é tudo de bom. Quando estou com as crianças me sinto igual quando tinha meus 7 anos de idade. Sinto muitas saudades desse tempo porque naquela época era tudo diferente: eu podia brincar, não existia toda essa violência. Mas, muitas coisas mudaram. Hoje, eu ensino as brincadeiras que praticava quando tinha a idade delas e me sinto muito bem por continuar no projeto.

Ivanildo: O projeto significa muito para mim hoje. É um ótimo jeito de se conviver com pessoas e de mostrar tudo o que aprendi quando era criança. Além disso, eu aprendo brincadeiras e muitas coisas com as crianças. Hoje, sou muito conhecido por ajudar na escola, tanto no projeto, quanto no grêmio estudantil.